20 de Janeiro de 2010 | Museu de Arte Popular
O Ministério da Cultura promove esta 4ª. Feira, dia 20 de Janeiro, pelas 16h00, nas instalações do Museu de Arte Popular, em Belém, a apresentação do Plano Estratégico dos Museus – “Museus para o Século XXI”.
A apresentação contará com as presenças da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, do Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, e do Director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), João Brigola, além de entidades dirigentes de museus e palácios tutelados pelo Ministério da Cultura.
O documento “Museus para o Século XXI” está estruturado em seis Eixos Estratégicos que incluem o Reenquadramento do sistema de gestão e a Inovação de modelos de gestão para os museus e palácios do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) do Ministério da Cultura, tendo como desígnio a implementação de boas práticas, inovadoras, como importante instrumento para o desenvolvimento cultural dos portugueses e para a atractividade turística do país.
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terça-feira
Ministra anuncia fonoteca e observatório do Património
Gabriela Canavilhas comunicou aos deputados que está em marcha um conjunto de intervenções nas áreas do património e da língua portuguesa.
A ministra da Cultura anunciou ontem no Parlamento a criação de uma fonoteca nacional e de um observatório do património, sublinhando que está no Governo "para concretizar as ideias que estão nos programas".
"O meu mandato é para a concretização", afiançou Gabriela Canavilhas, respondendo à deputada Teresa Caeiro, do CDS-PP, que a questionou sobre a não utilização de fundos internacionais de apoio à área cultural.
Tanto a ministra como o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, responderam na comissão de ética, sociedade e cultura que, durante a legislatura, serão aproveitados todos os recursos.
Gabriela Canavilhas avançou com várias intervenções na área do património e da língua, nomeadamente o apoio à criação de uma biblioteca em Cabo Verde, a um fundo bibliográfico em Moçambique, a um projecto de apoio para a recuperação do património português fora do território nacional, incluindo obras de valorização da Sé da Cidade Velha, em Cabo Verde.
Referiu ainda a digitalização de textos e obras de língua portuguesa e a preservação do espólio de dez escritores portugueses, entre eles José Saramago.
A governante anunciou ainda a abertura próxima do Museu do Côa, a construção da torre de depósitos da Biblioteca Nacional, a abertura da Casa das Artes do Porto como Cinemateca, a reabertura do Museu de Arte Popular, o re-mate do Palácio Nacional da Ajuda, a ampliação do Museu do Chiado, a sinalização da compra dos discos portugueses do coleccionador Bruce Bastin, a recuperação da fachada do Palácio de Queluz e da torre norte da Sé de Lisboa.
Em termos do património, é necessário "um sistema de monitorização do seu estado" e "uma planificação de dez anos e respectiva projecção de custos".
Gabriela Canavilhas elencou um conjunto de projectos de recuperação patrimonial, designadamente, as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja.
No âmbito do património religioso, anunciou estar em conversações com a Conferência Episcopal Portuguesa no âmbito da Rota das Catedrais e a recuperação da Igreja de São Vicente de Fora.
A ministra da Cultura anunciou ontem no Parlamento a criação de uma fonoteca nacional e de um observatório do património, sublinhando que está no Governo "para concretizar as ideias que estão nos programas".
"O meu mandato é para a concretização", afiançou Gabriela Canavilhas, respondendo à deputada Teresa Caeiro, do CDS-PP, que a questionou sobre a não utilização de fundos internacionais de apoio à área cultural.
Tanto a ministra como o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, responderam na comissão de ética, sociedade e cultura que, durante a legislatura, serão aproveitados todos os recursos.
Gabriela Canavilhas avançou com várias intervenções na área do património e da língua, nomeadamente o apoio à criação de uma biblioteca em Cabo Verde, a um fundo bibliográfico em Moçambique, a um projecto de apoio para a recuperação do património português fora do território nacional, incluindo obras de valorização da Sé da Cidade Velha, em Cabo Verde.
Referiu ainda a digitalização de textos e obras de língua portuguesa e a preservação do espólio de dez escritores portugueses, entre eles José Saramago.
A governante anunciou ainda a abertura próxima do Museu do Côa, a construção da torre de depósitos da Biblioteca Nacional, a abertura da Casa das Artes do Porto como Cinemateca, a reabertura do Museu de Arte Popular, o re-mate do Palácio Nacional da Ajuda, a ampliação do Museu do Chiado, a sinalização da compra dos discos portugueses do coleccionador Bruce Bastin, a recuperação da fachada do Palácio de Queluz e da torre norte da Sé de Lisboa.
Em termos do património, é necessário "um sistema de monitorização do seu estado" e "uma planificação de dez anos e respectiva projecção de custos".
Gabriela Canavilhas elencou um conjunto de projectos de recuperação patrimonial, designadamente, as muralhas de Almeida, o Mosteiro de Lorvão, as sés de Évora, Elvas, Portalegre e Beja.
No âmbito do património religioso, anunciou estar em conversações com a Conferência Episcopal Portuguesa no âmbito da Rota das Catedrais e a recuperação da Igreja de São Vicente de Fora.
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